
Irmãs e irmãos de fé e homens e mulheres de boa vontade. A Liturgia Católica celebra em dois dias consecutivos a memória de todos os que nos precederam na vida eterna. Em 1º de novembro a Festa de todos os Santos e Santas e no dia 2, a Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos. A primeira recolhe a esperança-certeza da ressurreição. A segunda celebra a saudade. Ambas são festas de quem crê na ressurreição e na vida eterna, festas que fazem a saudade celebrar a história da vida que foi feita eterna. Toda vida não é obra do acaso, nem a morte a fatalidade irremediável.
A vida desde a concepção é um dom, um presente de Deus à família humana. A História pessoal de cada um e de todos é Graça de Deus, para além de nossos pecados. Afirma São Paulo: “No Senhor nos movemos, existimos e somos” (At 17,28). E trazemos dentro de nós a semente da vida eterna bebendo da promessa de Jesus: "Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá; e quem vive e crê em mim, não morrerá eternamente” (Jo 11,25-26). A vida tem futuro! O mundo tem futuro!
Eis a catequese litúrgica sobre a Esperança, da Festa de Todos os Santos e Santas: podemos perder muitas batalhas, mas em Cristo a vitória da guerra já foi vencida. Participando, desde o Batismo, da vida do único Santo e Senhor, trazemos em nós a semente da santidade e somos chamados à plenitude da vida em Deus. Por isso São Pedro nos exorta: “Sede santos como o Senhor Jesus Cristo é Santo” (1 Pedro 1,16). Todos os que ressuscitam para a Vida eterna, são por isso chamados de santos e santas, co-cidadãos do céu.
E para nos estimular nesta viva Esperança a Igreja canoniza alguns da multidão dos santos. Ou seja, põe no “Canon”, na “Lista” aqueles que são considerados exemplos de vida cristã para nós. Manda por isso, reproduzir suas fotografias e esculpir suas imagens para nos inspirar no seguimento de Jesus, na comunidade, no amor-serviço aos pobres e no abraçar a cruz. Vistos assim, podem tornar-se nossos protetores e intercessores no céu. Suas imagens, pois, longe de serem objetos de adoração, são objetos devoção, símbolos de saudade, que nos estimulam a fazer uma história de santidade.
Aqui encontra lugar a Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos, o Dia de Finados como Dia da Saudade que alimenta a esperança! Quem não experimentou na morte de uma pessoa querida uma enorme e indescritível dor? Com o passar do tempo a experiência dolorosa da perda se torna experiência suave da saudade. Há quem afirme ser a saudade uma forma de presença. Finados, a cada ano, intensifica a saudade que nos faz sentir desejo de re-encontrar a pessoa amada. Noutras palavras a saudade em finados é alimento da Esperança Cristã enraizada na ressurreição de Cristo e nossa.
Há um caminho mistagógico da Esperança-certeza da Ressurreição. Sim. Um caminho que conduz ao mistério da Vida em Plenitude. Esse caminhar mistagógico é, por sua vez, celebrado na Liturgia Cristã, nas Missas de Exéquias, memoriais do Mistério Pascal de Cristo. Nestas a Igreja pede que seus filhos incorporados pelo Batismo à morte e ressurreição de Cristo, com Ele passem da morte à Vida e sejam associados aos santos no céu. A Eucaristia é assim penhor de Vida Eterna e celebração das intervenções salvificas de Deus, particularmente naqueles pelos quais rezamos.
Celebra-se por isso, segundo antiqüíssima tradição, no sepultamento a ressurreição frente a aniquilação da morte. Depois no 7º dia para incutir a certeza do descanso eterno, junto a Deus que, no 7º dia da criação, descansou. Já no 30º dia, lembrando o fim dos 30 dias de luto pela morte de Moisés, a Igreja nos auxilia romper com o luto e vislumbrar na morte a esperança da Vida Eterna. As demais celebrações, como Finados, celebra a Esperança encharcada da saudade, que recorda mais as alegrias do que as dores da páscoa entre nós, daqueles que vivem em Deus.
A saudade, resgate do passado que nos situa no presente e nos projeta, pela esperança, no futuro, podem e devem, para além das necessárias celebrações de exéquias, nos comprometer com a vida, a buscar qualidade de vida para todos, cuidar das vidas feridas, denunciar as causas das mortes pré-maturas, exigir posturas éticas e solidárias de todos os que socialmente “tem poder” sobre a vida e nos dar gosto pela vida e vida fraterna. E, coincidentemente com o final do preito eleitoral, ir além da democracia meramente representativa, como cidadãos interventores sociais pela vida.
Medoro, irmão menor – Irmãs e irmãos de fé e homens e mulheres de boa vontade. A Liturgia Católica celebra em dois dias consecutivos a memória de todos os que nos precederam na vida eterna. Em 1º de novembro a Festa de todos os Santos e Santas e no dia 2, a Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos. A primeira recolhe a esperança-certeza da ressurreição. A segunda celebra a saudade. Ambas são festas de quem crê na ressurreição e na vida eterna, festas que fazem a saudade celebrar a história da vida que foi feita eterna. Toda vida não é obra do acaso, nem a morte a fatalidade irremediável.
A vida desde a concepção é um dom, um presente de Deus à família humana. A História pessoal de cada um e de todos é Graça de Deus, para além de nossos pecados. Afirma São Paulo: “No Senhor nos movemos, existimos e somos” (At 17,28). E trazemos dentro de nós a semente da vida eterna bebendo da promessa de Jesus: "Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá; e quem vive e crê em mim, não morrerá eternamente” (Jo 11,25-26). A vida tem futuro! O mundo tem futuro!
Eis a catequese litúrgica sobre a Esperança, da Festa de Todos os Santos e Santas: podemos perder muitas batalhas, mas em Cristo a vitória da guerra já foi vencida. Participando, desde o Batismo, da vida do único Santo e Senhor, trazemos em nós a semente da santidade e somos chamados à plenitude da vida em Deus. Por isso São Pedro nos exorta: “Sede santos como o Senhor Jesus Cristo é Santo” (1 Pedro 1,16). Todos os que ressuscitam para a Vida eterna, são por isso chamados de santos e santas, co-cidadãos do céu.
E para nos estimular nesta viva Esperança a Igreja canoniza alguns da multidão dos santos. Ou seja, põe no “Canon”, na “Lista” aqueles que são considerados exemplos de vida cristã para nós. Manda por isso, reproduzir suas fotografias e esculpir suas imagens para nos inspirar no seguimento de Jesus, na comunidade, no amor-serviço aos pobres e no abraçar a cruz. Vistos assim, podem tornar-se nossos protetores e intercessores no céu. Suas imagens, pois, longe de serem objetos de adoração, são objetos devoção, símbolos de saudade, que nos estimulam a fazer uma história de santidade.
Aqui encontra lugar a Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos, o Dia de Finados como Dia da Saudade que alimenta a esperança! Quem não experimentou na morte de uma pessoa querida uma enorme e indescritível dor? Com o passar do tempo a experiência dolorosa da perda se torna experiência suave da saudade. Há quem afirme ser a saudade uma forma de presença. Finados, a cada ano, intensifica a saudade que nos faz sentir desejo de re-encontrar a pessoa amada. Noutras palavras a saudade em finados é alimento da Esperança Cristã enraizada na ressurreição de Cristo e nossa.
Há um caminho mistagógico da Esperança-certeza da Ressurreição. Sim. Um caminho que conduz ao mistério da Vida em Plenitude. Esse caminhar mistagógico é, por sua vez, celebrado na Liturgia Cristã, nas Missas de Exéquias, memoriais do Mistério Pascal de Cristo. Nestas a Igreja pede que seus filhos incorporados pelo Batismo à morte e ressurreição de Cristo, com Ele passem da morte à Vida e sejam associados aos santos no céu. A Eucaristia é assim penhor de Vida Eterna e celebração das intervenções salvificas de Deus, particularmente naqueles pelos quais rezamos.
Celebra-se por isso, segundo antiqüíssima tradição, no sepultamento a ressurreição frente a aniquilação da morte. Depois no 7º dia para incutir a certeza do descanso eterno, junto a Deus que, no 7º dia da criação, descansou. Já no 30º dia, lembrando o fim dos 30 dias de luto pela morte de Moisés, a Igreja nos auxilia romper com o luto e vislumbrar na morte a esperança da Vida Eterna. As demais celebrações, como Finados, celebra a Esperança encharcada da saudade, que recorda mais as alegrias do que as dores da páscoa entre nós, daqueles que vivem em Deus.
A saudade, resgate do passado que nos situa no presente e nos projeta, pela esperança, no futuro, podem e devem, para além das necessárias celebrações de exéquias, nos comprometer com a vida, a buscar qualidade de vida para todos, cuidar das vidas feridas, denunciar as causas das mortes pré-maturas, exigir posturas éticas e solidárias de todos os que socialmente “tem poder” sobre a vida e nos dar gosto pela vida e vida fraterna. E, coincidentemente com o final do preito eleitoral, ir além da democracia meramente representativa, como cidadãos interventores sociais pela vida.
Medoro, irmão menor – Irmãs e irmãos de fé e homens e mulheres de boa vontade. A Liturgia Católica celebra em dois dias consecutivos a memória de todos os que nos precederam na vida eterna. Em 1º de novembro a Festa de todos os Santos e Santas e no dia 2, a Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos. A primeira recolhe a esperança-certeza da ressurreição. A segunda celebra a saudade. Ambas são festas de quem crê na ressurreição e na vida eterna, festas que fazem a saudade celebrar a história da vida que foi feita eterna. Toda vida não é obra do acaso, nem a morte a fatalidade irremediável.
A vida desde a concepção é um dom, um presente de Deus à família humana. A História pessoal de cada um e de todos é Graça de Deus, para além de nossos pecados. Afirma São Paulo: “No Senhor nos movemos, existimos e somos” (At 17,28). E trazemos dentro de nós a semente da vida eterna bebendo da promessa de Jesus: "Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá; e quem vive e crê em mim, não morrerá eternamente” (Jo 11,25-26). A vida tem futuro! O mundo tem futuro!
Eis a catequese litúrgica sobre a Esperança, da Festa de Todos os Santos e Santas: podemos perder muitas batalhas, mas em Cristo a vitória da guerra já foi vencida. Participando, desde o Batismo, da vida do único Santo e Senhor, trazemos em nós a semente da santidade e somos chamados à plenitude da vida em Deus. Por isso São Pedro nos exorta: “Sede santos como o Senhor Jesus Cristo é Santo” (1 Pedro 1,16). Todos os que ressuscitam para a Vida eterna, são por isso chamados de santos e santas, co-cidadãos do céu.
E para nos estimular nesta viva Esperança a Igreja canoniza alguns da multidão dos santos. Ou seja, põe no “Canon”, na “Lista” aqueles que são considerados exemplos de vida cristã para nós. Manda por isso, reproduzir suas fotografias e esculpir suas imagens para nos inspirar no seguimento de Jesus, na comunidade, no amor-serviço aos pobres e no abraçar a cruz. Vistos assim, podem tornar-se nossos protetores e intercessores no céu. Suas imagens, pois, longe de serem objetos de adoração, são objetos devoção, símbolos de saudade, que nos estimulam a fazer uma história de santidade.
Aqui encontra lugar a Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos, o Dia de Finados como Dia da Saudade que alimenta a esperança! Quem não experimentou na morte de uma pessoa querida uma enorme e indescritível dor? Com o passar do tempo a experiência dolorosa da perda se torna experiência suave da saudade. Há quem afirme ser a saudade uma forma de presença. Finados, a cada ano, intensifica a saudade que nos faz sentir desejo de re-encontrar a pessoa amada. Noutras palavras a saudade em finados é alimento da Esperança Cristã enraizada na ressurreição de Cristo e nossa.
Há um caminho mistagógico da Esperança-certeza da Ressurreição. Sim. Um caminho que conduz ao mistério da Vida em Plenitude. Esse caminhar mistagógico é, por sua vez, celebrado na Liturgia Cristã, nas Missas de Exéquias, memoriais do Mistério Pascal de Cristo. Nestas a Igreja pede que seus filhos incorporados pelo Batismo à morte e ressurreição de Cristo, com Ele passem da morte à Vida e sejam associados aos santos no céu. A Eucaristia é assim penhor de Vida Eterna e celebração das intervenções salvificas de Deus, particularmente naqueles pelos quais rezamos.
Celebra-se por isso, segundo antiqüíssima tradição, no sepultamento a ressurreição frente a aniquilação da morte. Depois no 7º dia para incutir a certeza do descanso eterno, junto a Deus que, no 7º dia da criação, descansou. Já no 30º dia, lembrando o fim dos 30 dias de luto pela morte de Moisés, a Igreja nos auxilia romper com o luto e vislumbrar na morte a esperança da Vida Eterna. As demais celebrações, como Finados, celebra a Esperança encharcada da saudade, que recorda mais as alegrias do que as dores da páscoa entre nós, daqueles que vivem em Deus.
A saudade, resgate do passado que nos situa no presente e nos projeta, pela esperança, no futuro, podem e devem, para além das necessárias celebrações de exéquias, nos comprometer com a vida, a buscar qualidade de vida para todos, cuidar das vidas feridas, denunciar as causas das mortes pré-maturas, exigir posturas éticas e solidárias de todos os que socialmente “tem poder” sobre a vida e nos dar gosto pela vida e vida fraterna. E, coincidentemente com o final do preito eleitoral, ir além da democracia meramente representativa, como cidadãos interventores sociais pela vida.
Medoro, irmão menor – padre pecador